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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Para o próximo mês em Lordosa

Bicicletas Clássicas a rodar no BikeÉvora




É já no próximo dia 18 de Setembro, inserido no passeio nocturno organizado pelo BTT Malagueira, que o Pasteleira Clube do Alentejo far-se-á representar com uma exposição de bicicletas clássicas (algumas restauradas, outras recuperadas e algumas bem ferrugentas!) no Monte Alentejano e participará no respectivo passeio nocturno.

As entidades organizadoras esperam que esta actividade junte várias gerações de duas rodas e que ajude à divulgação da bicicleta como um meio de transporte sustentável e como uma mais-valia para a mobilidade dos eborenses, sem nunca esquecer o seu valor histórico e social ao longo dos últimos dois séculos.

Para mais informações e inscrições consulte http://pasteleiraclubedoalentejo.blospot.com ou www.bttmalagueira.net.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Nós vamos! Façam já as vossas inscrições!


PROGRAMA

DOMINGO - 26 JULHO 2009
09H00
. abertura do secretariado (inscrições e confirmação de inscrições)
. pequeno almoço
. fotografia individual em ambiente da época
. bicimobilia
10H30
. partida para o passeio (ciclo via da estrada atlântica)
12H30
. almoço convívio (parque de merendas)
14H30
. partida rumo à burinhosa
16H30
. convívio
. sorteio de dois fins de semana (inclui uma só noite) para duas pessoas no hotel mar e sol (são pedro de moel)
. entrega de lembranças e prémios

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Uma actividade para o final do mês e outra para quem se encontre muito longe e não possa participar no nosso "Encontro à Alentejana"!

No dia 16 de Maio, o PCA não se fará representar, por razões óbvias, quem sabe no dia 30 algum membro possa dar um saltinho a esta cidade "abaluartadada" de Almeida. Fica a sugestão!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

"Belleville rendez-vous” de Sylvain Chomet, 2003, no encerramento oficial do 1º Encontro de Bicicletas Clássicas do Alentejo, no dia 16 de Maio

Com vozes de Béatrice Bonifassi, Lina Boudreault, Michèle Caucheteux, Jean-Claude Donda
Argumento · Sylvain Chomet
Música · Benoît Charest
Origem · França/Bélgica/
Canadá/Reino Unido 2003
Formato · 35mm, cor
Distribuição · Atalanta
Classificação · m/6


2003 - 78'
A pedalada de Madame Souza

O cão ladra e o comboio passa. Uma avó atarracada, carrapito ao alto, exibe os tímidos pêlos de um buço. Fica como um espelho da imagem que os portugueses levaram ao mundo. Só quem não notou o galo de Barcelos estampado na toalha de mesa ou o prato onde se lê "Fátima Maria" (detalhe, detalhe) ficará espantado quando, lá mais para a frente, Madame Souza ataca o piano para cantar, tcham-tcham, "Uma Casa Portuguesa".
É uma senhora portuguesa com certeza, mas Madame Souza, a deliciosa protagonista de "Belleville Rendez-Vous", primeira longa-metragem de animação de Sylvain Chomet, até nasceu francesa, como uma evolução a partir da personagem da sua anterior curta-metragem "La Vieille Dame et Les Pigeons" (1998). "Originalmente, como 'La Vieille Dame et les Pigeons' teve muito sucesso no Festival d'Annecy, o meu produtor pediu-me para fazer mais duas curtas-metragens com a mesma personagem, a velha mulher que alimentava pombos com bolos", explica Chomet ao Y, por telefone, a partir de Londres. "Era suposto ser uma trilogia que formaria uma longa-metragem, com a mesma personagem. A segunda curta deveria chamar-se 'La Vieille Dame et les Bicyclettes' e a terceira 'La Vieille Dame et les Ouaouarons' [termo usado no Canadá francófono para designar uma espécie de rãs]. Basicamente o que aconteceu foi que quando comecei a trabalhar no 'storyboard' do segundo filme apercebi-me de que tinha tantas histórias que estava em condições de fazer uma longa-metragem. Como tivemos que alterar a personagem principal da velha senhora, por questões relacionadas com direitos, surgiu a Madame Souza. Tive que mudar o desenho e fiz dela uma portuguesa." Sim, Madame Souza tem um buço, veste-se de escuro e tem o cabelo enrolado num carrapito - quem desenha assim só pode fazê-lo com conhecimento de causa. Chomet inspirou-se nalguma figura real? Ele começa por negá-lo, mas depois admite: "Quando estava em Montreal, Candá, onde vivi durante dez anos, havia um restaurante que era dirigido por portugueses chamado 'Le Roi du Plateau'. Eu costumava ir lá e tornei-me amigo dos proprietários, o Michel e a Mónica Viegas. Talvez tenha sido por isso que quis ter uma personagem portuguesa no filme. Creio que fui influenciado por eles. Na verdade, é a voz da Mónica que se ouve na canção e no monólogo inicial. Além disso, andei a ver uns livros à procura de imagens, para ter uma ideia de como a Madame Souza se vestiria, o carrapito, etc. Em todo o caso, há muitos portugueses em França, são muito identificáveis porque se vestem sempre de escuro."
Ah, o estereótipo cultural. Não se preocupem porque, para nós, o inglês de Sylvain Chomet também soa a sotaque de Pepe Le Pew. Além do mais, os "clichés" em "Belleville Rendez-Vous" também não deixam ilesos os franceses, como reconhece Chomet, "sempre a beber vinho e com longos narizes", nem os americanos. "Quando se faz uma caricatura de alguém tenta-se que seja o mais exagerada possível, caso contrário não tem piada. É preciso ir ao extremo", defende. (...)
"Belleville Rendez-Vous" é uma animação contra-corrente, que quer mostrar o desenho numa altura em que neste campo os bonecos se batem pelo maior grau de realismo possível. Não, aqui tudo está na vibração do traço feito à mão por uma equipa de animadores. Se "À Procura de Nemo" era sobre peixes que agem como humanos, a fisionomia das figuras humanas em "Belleville Rendez-Vous" têm características animalescas. "Uma personagem que foi intencionalmente inspirada num cavalo de corrida é Champion. Os ciclistas são personagens fascinantes, nunca parecem estar a disfrutar da corrida, têm sempre estampado no rosto a dureza da prova. Acho que nunca vi um ciclista com um ar feliz, nem quando é o vencedor. E é verdade que as três irmãs parecem insectos gigantescos...", diz Chomet.
As três irmãs: é preciso dizer que são um trio de velhas cantoras do "music-hall" dos anos 30, uma piscadela de olho a Betty Boop. São elas que abrem "Belleville Rendez-Vous", num delirante "show" a preto e branco que inclui ainda Josephine Baker, Django Reinhardt e Fred Astaire - vejam como o desenho dança -, para desaparecerem, de seguida, quando a emissão televisiva é interrompida. São figuras angulosas numa cidade de obesos, Belleville, que é onde o transatlântico e a história vão dar. Belleville, ou seja, Nova Iorque, uma megalópole com edifícios altos, táxis amarelos e uma Estátua da Liberdade bovina. É aí que se descobre Madame Souza como uma invulgar precursora de "street music", de música concreta, e se dá o seu encontro com as três irmãs, as "triplettes de Belleville", agora mais velhas, mas que ainda continuam a viver para a música. Fazem aquilo a que Chomet chama "jazz doméstico", uma música de persussão produzida a partir de objectos quotidianos, um jornal, grelhas de um frigorífico, um aspirador - e, agora, Madame Souza, que fez dos raios de uma roda de bicicleta o seu xilofone. (...)

Kathleen Gomes
In CARTAZ Público, 23 Mar 2004

domingo, 1 de fevereiro de 2009

I Encontro de Bicicletas Clássicas do Alentejo

Caros amigos, eis o cartaz provisório do "I Encontro de Bicicletas Clássicas do Alentejo"! Apontem já nas vossas agendas! A logistica está a ser tratada e promete ser uma actividade interessante, de bom convívio e disposição!

Para mais informações:
pasteleiraclubedoalentejo@gmail.com
lmlp1980@yahoo.es
ricardoalvesjorge@gmail.com

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Um velhinho anúncio de de Natal

Eram estes os presentes de Natal de então. Estavam dependentes da energia dos seus futuros donos e não da energia eléctrica de que hoje quase todos os aparatos (desde as PS3 até ao carrito telecomandado) lúdicos estão dependentes.
Para um Natal saudável, dá um presente de 2 rodas e a pedais!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Ladrón de Bicicletas

"En una zona suburbial de Roma, Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani), un obrero en paro desde hace dos años, encuentra trabajo como fijador de carteles, pero para poder desempeñar su labor correctamente, necesitaría una bicicleta. La situación económica del país es desoladora. Italia acaba de salir de la Segunda Guerra Mundial y Antonio ha empeñado la bicicleta que tenía. Maria (Lionella Carell), su mujer, empeña las sábanas para poder recuperar la bicicleta pero en un buen día, en un descuido, un joven desesperado le roba el vehículo a Antonio. Es Sábado y Antonio se propone recuperar la bicicleta antes de que vuelva a llegar el lunes para reemprender el trabajo. Acompañado de su hijo Bruno (Enzo Staiola), Antonio emprende una dura y angustiosa jornada de búsqueda hasta que la desesperación le lleva a contemplar un enorme aparcamiento de bicicletas aparcadas y sin vigilancia".

Parece mentira que, hoje em dia, isto fosse o argumento para o desespero de uma pessoa. Como muda a sociedade e como mudam os valores. Será que alguma vez ouviremos o termo "Bikejacking"...


O Carteiro, "de Pasteleira", de Pablo Neruda

A bicicleta foi um veículo fundamental neste filme, algo que apesar de não ser notório tem tanta importância quase como uma personagem secundária... ninguém imaginava este carteiro entregar a correspondência ao Nobel a pé...
Grande filme, excelente livro de Skármeta, grandes histórias...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O regresso de "pasteleira" "Made in China" dos Guns n' Roses

Ainda não ouvi o disco (não sei se voltaram aos grandes êxitos que os tornaram célebres, apesar da ausência de Slash, Duff MacCagahn e algum mais que não me lembro!), mas a capa do mesmo merece destaque aqui no blog! Como não somos a "pérola do Oriente" aqui não há censura a este disco. Fica a imagem!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Os benefícios da bicicleta - Autor Desconhecido

E há para aí um estudo a dizer que Portugal é o 3º país mais infeliz da UE! Andemos mais de bicicleta do que de carro que, por vezes, só temos para dizermos que temos e para pagar a hipoteca ao banco!
Quem é que precisa de um BMW, ou outros carros de grande cilindrada, para fazer menos de 10 mil quilómetros por ano? Ou para ir às compras ao local do "passeio dos tristes" (sem ofensa, eu também lá vou)?
Pedalemos, pois quem "pedala" seus males espanta!