quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A Pasteleira de Mira

Ai estão umas "pasteleiras" de Mira, cortesia do nosso sócio Jorge Neto, o "viajante" que sempre leva as "duas rodas a pastelar" e o Alentejo no coração...
Um grande abraço de saudade e ainda bem que a internet vai encurtando as distâncias....

terça-feira, 8 de setembro de 2009

PCA no BikeÉvora (Programa das Festas)

Em parceria com os nossos amigos do BTTMalagueira, vamos organizar no Monte Alentejano (dia 18 de Setembro) uma exposição de bicicletas clássicas. Todos os amantes das "clássicas" estão convidados a participar e a expor o seu veículo!
Encontrar-nos-emos às 18.30 no Rossio de S. Brás, em frente do Monte Alentejano, onde exporemos as nossas bicicletas e posteriormente participaremos no Passeio Nocturno do BTTMalagueira!
Já para o final da noite, teremos uma "boa patuscada" com todos os participantes!

Todos os interessados deverão fazer um pré-registo de inscrição em www.bttmalagueira.net para que se possam contabilizar os seguros e providenciar o petisco. O valor da inscrição são 2€.

Estamos à vossa espera!!!

PCA

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Para o próximo mês em Lordosa

Bicicletas Clássicas a rodar no BikeÉvora




É já no próximo dia 18 de Setembro, inserido no passeio nocturno organizado pelo BTT Malagueira, que o Pasteleira Clube do Alentejo far-se-á representar com uma exposição de bicicletas clássicas (algumas restauradas, outras recuperadas e algumas bem ferrugentas!) no Monte Alentejano e participará no respectivo passeio nocturno.

As entidades organizadoras esperam que esta actividade junte várias gerações de duas rodas e que ajude à divulgação da bicicleta como um meio de transporte sustentável e como uma mais-valia para a mobilidade dos eborenses, sem nunca esquecer o seu valor histórico e social ao longo dos últimos dois séculos.

Para mais informações e inscrições consulte http://pasteleiraclubedoalentejo.blospot.com ou www.bttmalagueira.net.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Artigo "Diário do Sul" 29 de Julho de 2009

O “Pasteleira Clube do Alentejo” a Caminho de Santiago



Há já algum tempo que os membros do Pasteleira Clube do Alentejo manifestavam vontade de se porem a caminho de Santiago de Compostela numa bicicleta clássica, e, após algum tempo a amadurecer a ideia e a prepararem-se tecnicamente para uma total independência no trajecto, dois dos membros fundadores do clube rumaram, na primeira semana de Agosto, a caminho da “Plaza do Obradoiro” na capital política da Galiza.

O caminho eleito foi o caminho francês, com partida em Ponferrada, ainda na província de Castela e Leão, e, apesar de estar planeado para ser feito em seis dias, o mesmo foi terminado antes do tempo pois a “Sangal”, a par de alguns problemas técnicos que fizeram com que o seu condutor a levasse ao lado cerca de vinte quilómetros, rolava e desfrutava pelos caminhos até à tumba do apóstolo.

A primeira paragem, em Villafranca del Bierzo, devido a um forte temporal que alterou os planos de pernoita, deteve-os, felizmente, no albergue Ave Fénix, onde a “Sangal” foi arranjada e se pôde partilhar fraternalmente a última refeição do dia com mais uns quantos peregrinos de sítios tão distantes como Polónia, EUA, Canadá, Catalunha ou Argentina…

A subida ao Cebreiro, o local mais elevado do percurso (mais de 1200m) que separa a comunidade autónoma de Castela e Leão da Galiza, marcou um dia espectacular de riqueza natural e humana que culminou num descanso no mosteiro dominicano de Samos, em que a rigidez dos músculos descontraiu na paz do canto gregoriano dos monges que ainda habitam aquele local há séculos.

Com apenas mais uma paragem em Melide, à força, numa casa de bicicletas para se poder arranjar o carreto da Sangal (datada dos anos 70, de fabrico português e restaurada a propósito para esta pseudo-aventura), voltou-se a cruzar a paisagem galega e os seculares caminhos percorridos por milhares de peregrinos até chegar, “devagar” (como é lema do PCA) e com a sensação de haver cumprido um repto, à cidade de Santiago de Compostela.

O saldo foi efectivamente positivo para os dois intervenientes neste projecto (culminando o caminho com o seu casamento religioso na “Igrexa de San Bieito”) e uma mais-valia na divulgação do clube, provando que é possível aventurarmo-nos com bicicletas clássicas para percursos mais agrestes e técnicos, claro está com uma abordagem diferente, com calma e devagar, com pouca roupa no “macuto” impermeável, mas com um par de ferramentas, câmaras-de-ar, braçadeiras e fita-isoladora… não vá “o diabo tecê-las”!